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Dermatologia Clínica

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Sobre a Dermatologia Clínica

Seu bem-estar começa por onde você mais sente: sua pele.

Visitar o dermatologista pelo menos uma vez ao ano permite que você mantenha controle regular na prevenção do câncer de pele, além de cuidar de manchas e demais sinais do tempo.

Acne

A acne é uma doença que atinge principalmente adolescentes, mas, também, os adultos, sendo as mulheres entre 20 e 40 anos as mais afetadas. São vários os tipos de acne, como a espinha, que acontece quando há uma superprodução de sebo na pele e concentração de células mortas nos folículos pilosos, o que gera o crescimento de bactérias e inflamação no local.

Existem graus diferentes de acne, e algumas pessoas desenvolvem formas mais graves, que podem deixar marcas, como manchas e alterações da superfície da pele, principalmente cicatrizes deprimidas.

Hoje em dia, existem medicamentos que controlam a doença e, até mesmo, podem acabar definitivamente com ela, em cerca de 6 meses a 12 meses. O ideal é começar o tratamento na fase inicial da acne, para que as espinhas e cravos não deixem as temidas cicatrizes.

Câncer de Pele

O câncer de pele é uma doença silenciosa, e por isso tão perigosa. Tudo começa com uma pintinha na pele, que passa despercebida, e, tempos depois, essa marca revela a presença de uma complicação séria de saúde.

Existem 3 tipos de câncer de pele:

  • Carcinoma Basocelular: tem o comportamento mais benigno entre os cânceres de pele. É um tumor que, geralmente, ocorre em áreas do corpo onde se toma mais sol, como o rosto, braços, tórax e dorso.
  • Carcinoma espinocelular: é, também, causado pelo sol e por traumatismos constantes. Raramente gera metástases, e pode ocorrer na pele e mucosas (boca, lábios e genitais).
  • Melanoma: é o tumor de pele de comportamento mais maligno, e pode ser originado de pinta já existente ou aparecer como lesão nova. Geralmente, ocorre em regiões do corpo onde se toma sol ou áreas de trauma, como rosto, costas, couro cabeludo, pés, mãos e unhas.

Existem alguns fatores de risco relacionados ao câncer de pele: a exposição à radiação ultravioleta, principalmente em horários impróprios e sem a proteção devida; a idade, já que a doença costuma aparecer mais frequentemente a partir dos 50 anos, o histórico familiar, já que há uma tendência genética; e o histórico pessoal, uma vez que indivíduos que já tiveram essa complicação são mais propensos a desenvolver novamente a doença.

Embora o câncer de pele seja um dos mais frequentes entre os brasileiros, equivalendo a 30% dos tumores malignos, as chances de cura são grandes, principalmente quando é diagnosticado cedo.

Existem alguns sinais de alerta em relação às pintas que ajudam a diagnosticar o câncer de pele ainda no início, como os da regra do ABCD:

A – Assimetria: quando se traça uma linha no meio do sinal e metade da pinta é diferente que a outra.

B – Borda: quando a pinta tem uma borda que você não consegue delimitar bem seu limite.

C – Cor: quando a pinta tem mais de uma cor

D – Diâmetro: quando for maior do que 6 mm

Se você observar alguns destes sinais, procure o dermatologista para analisar sua pinta, e, se preciso, definir a abordagem para o tratamento do câncer de pele.

Micoses

As micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos. Elas se desenvolvem quando os fungos encontram condições favoráveis ao seu crescimento e reprodução, como calor, umidade, baixa de imunidade ou uso prolongado de antibióticos.

Existem várias formas de manifestação das micoses, dependendo do local afetado e, também, do tipo de fungo. Algumas delas são:

  • Tinea do corpo: forma lesões arredondadas que coçam, e começam por ponto vermelho, que se abre em anel de bordas avermelhadas e descamativas.
  • Tinea da cabeça: mais frequente em crianças, forma áreas arredondadas com falhas nos cabelos, que se apresentam cortados rente ao couro cabeludo nestes locais. É muito contagiosa.
  • Tinea dos pés: causa descamação e coceira na planta dos pés, que sobe pelas laterais para a pele mais fina.
  • Tinea interdigital (frieira): causa descamação, maceração (pele esbranquiçada e mole), fissuras e coceira entre os dedos dos pés, devido ao uso de sapatos fechados, que retêm a umidade. Também pode ocorrer nas mãos, principalmente em pessoas que trabalham diretamente com água e sabão.
  • Tinea crural (virilha): forma áreas avermelhadas e descamativas, com bordas bem limitadas que se expandem para as coxas e nádegas, acompanhadas de muita coceira. Quando causada pelo fungo Candida albicans, forma área avermelhada e úmida, que se expande por pontos satélites ao redor da região afetada.
  • Tinea das unhas (onicomicose): apresenta-se com descolamento da borda livre da unha, espessamento, manchas brancas na superfície ou deformação da unha. Quando atinge a pele ao redor da unha, causa a paroníquia (“unheiro”), inflamação, dor, e, por consequência, altera a formação da estrutura, que cresce ondulada.
  • Pitiríase versicolor: é conhecida como micose de praia, e forma manchas de diferentes colorações (brancas, vermelhas ou amarronzadas), recobertas por fina descamação. Atinge principalmente áreas de maior oleosidade, como o tronco, a face, pescoço e couro cabeludo.
  • Tinea negra: é assintomática e se manifesta pela formação de manchas escuras na palma das mãos ou plantas dos pés.
  • Piedra preta: é assintomática e forma nódulos ou placas de cor escura, grudados aos cabelos.
  • Piedra branca: manifesta-se por concreções de cor branca ou clara aderidas aos pelos, principalmente os pubianos, genitais e axilares.

Como evitar as micoses?

Hábitos higiênicos são importantes para evitar as micoses. Algumas dicas são:

  • Seque-se muito bem após o banho, principalmente nas dobras de pele, como as axilas, as virilhas e os dedos dos pés.
  • Evite ficar com roupas molhadas por muito tempo.
  • Evite o contato prolongado com água e sabão.
  • Não use objetos pessoais (roupas, calçados, pentes, toalhas, bonés) de outras pessoas.
  • Não ande descalço em pisos constantemente úmidos (lava pés, vestiários, saunas).
  • Observe a pele e o pelo de seus animais de estimação (cães e gatos). Qualquer alteração, como descamação ou falhas, procure o veterinário.
  • Evite mexer com a terra sem usar luvas.
  • Use somente o seu próprio material de manicure e/ou pedicure.
  • Evite usar calçados fechados por muito tempo.
  • Evite roupas quentes e justas e tecidos sintéticos, principalmente nas roupas de baixo.

Tratamento para micose

O tratamento vai depender do tipo de micose, e podem ser indicados cremes, loções sprays ou medicações via oral, dependendo da intensidade do quadro. O tratamento das micoses é sempre prolongado, variando cerca de 30 a 60 dias.

As micoses das unhas são as de mais difícil tratamento, e também de maior duração, podendo ser necessário manter a medicação por mais de doze meses – a persistência é fundamental para obter sucesso nestes casos.

Normalmente, as micoses de pele têm uma grande chance de voltar a aparecer, mesmo após um tratamento bem-sucedido. Por isso, consulte o seu dermatologista para ter o correto diagnóstico e a prescrição do melhor tratamento da micose.

Unhas

As unhas protegem os dedos dos pés e das mãos, e também cumprem um papel estético. Em muitos casos, elas podem apresentar problemas e ficar quebradiças, e isso é um sinal de alerta.

Compostas por camadas de queratina, as unhas têm espessura e força de acordo com cada indivíduo. Nas pessoas com unhas quebradiças, há separação ou quebra das camadas que as compõem, e elas descamam e quebram com facilidade.

Os sinais e sintomas sugestivos de unhas quebradiças incluem descamação na ponta, quebra com facilidade e dificuldade para crescer. A principal causa de unhas quebradiças é o ressecamento extremo, e algumas pessoas têm uma predisposição genética a este tipo de problema.

Existem doenças que também podem fazer com que as unhas fiquem quebradiças, como hipotireodismo, síndrome de Sjogren, desnutrição, fenômeno de Raynaud, psoríase, dermatite atópica e eczemas em geral.

Dentre os fatores que podem aumentar a chance de uma pessoa apresentar unhas frágeis, estão:

  • Lavagem frequente das mãos
  • Exposição prolongada ao frio seco
  • Queimadura solar
  • Exposição excessiva a produtos químicos, como removedor de esmalte ou produtos de limpeza
  • Lesão repetida das pontas das unhas

Como tratar as unhas quebradiças?

Alguns produtos ajudam a minimizar o problema, pois dão alivio rápido ao ressecamento, como é o caso dos hidratantes. Os que são feitos de ureia e lactato de amônio agem como uma barreira, impedindo a evaporação da água das unhas. Esmaltes fortificantes com vitaminas, óleos e pequena quantidade de formol também podem ser usados.

As unhas quebradiças podem indicar que algo não está em equilíbrio, portanto, a visita a um dermatologista é essencial para investigar o problema e minimizá-lo.

Dermatite Atópica

A dermatite atópica, um dos tipos mais comuns de alergia cutânea, é uma doença genética, crônica e que apresenta pele seca, erupções que coçam e crostas. É comum que ocorra nas dobras dos braços e na parte de trás dos joelhos, e também pode vir acompanhada de asma ou rinite alérgica, porém, com manifestação clínica variável.

Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de dermatite atópica estão a alergia ao pólen, mofo, ácaros ou animais; contato com materiais ásperos; exposição a irritantes ambientais, fragrâncias ou corantes adicionados a loções ou sabonetes, detergentes e produtos de limpeza em geral; roupas de lã e de tecido sintético; baixa umidade do ar, frio intenso, calor e transpiração; infecções; estresse emocional e certos alimentos.

Sintomas

A característica principal da doença é a pele muito seca, com prurido que leva a ferimentos, além de outros sintomas, como, por exemplo, áreas esfoladas causadas por coceira, alterações na cor, vermelhidão ou inflamação da pele ao redor das bolhas, áreas espessas na pele, que podem surgir após irritação, e coceira prolongadas.

Geralmente, trata-se de um quadro inflamatório da pele que vai e volta, podendo haver intervalos de meses ou anos entre uma crise e outra. A coceira pode levar a lesões da pele pela unha, o que facilita a invasão e contaminação das feridas por bactérias, principalmente o Staphylococcus aureus.

Tratamentos para dermatite atópica

O tratamento da dermatite atópica visa ao controle da coceira, redução da inflamação da pele e prevenção das recorrências. Devido à pele ressecada, a base do tratamento é o uso de hidratantes para aliviar o eczema.

Outro fator importante é fortalecer a barreira da pele, evitando o contato com poeira, pólen, sabonetes com perfume, produtos de limpeza e tabaco. Banhos quentes devem ser evitados, já que a temperatura alta da água resseca ainda mais a pele, e o uso de anti-histamínicos pode agravar a coceira que acompanha a doença.

A fototerapia, tratamento com raios ultravioleta, é bastante eficaz no controle do eczema, porém, cada caso deve ser avaliado individualmente, uma vez que há o risco de câncer de pele e de envelhecimento precoce.

Nos quadros mais graves, os pacientes tendem a precisar de medicações orais. Já em casos de complicações, como infecções secundárias, é indicado o uso de antibióticos.

É importante lembrar que a automedicação pode causar ainda mais complicações, por isso, busque ajuda médica de um dermatologista ou alergologista para ter o diagnóstico e siga o tratamento indicado.

Alergias

As alergias da pele podem ser por contato, irritativas por uso de substâncias irritantes ou por tendência genética em desenvolver alergia (veja dermatite atópica).

DERMATITE DE MÃOS – COMO SE PROTEGER
A dermatite das mãos (eczema das mãos é outro nome para a mesma doença) é bastante comum.
A erupção nas mãos resulta da combinação de :
(1) pele sensível;
(2) irritação ou alergia por materiais em contato.
As mãos de todas as pessoas, rotineiramente entram em contato com sabões irritantes e detergentes, muitas vezes ao dia.
Além disso, outros irritantes para as mãos são : solventes , tintas, óleos , graxas , ácidos , colas e preparo de alimentos.
Nem todas as pessoas apresentam dermatite de mãos. Muitas pessoas de sorte tem pele resistente mas, infelizmente, em outras ela é facilmente agredida. O resultado é uma dermatite.
Não existe tratamento “mágico” nem rápido para dermatite de mãos.
É preciso dar um descanso para sua pele em relação às substâncias irritatantes.

Leia cuidadosamente estas instruções várias vezes para memorizá-las.
1. Proteja suas mãos do contato direto com sabões, detergentes, sápolios, e agentes químicos irritantes semelhantes, através do uso de luvas de vinil, impermeáveis, próprias para serviço pesado. As luvas de vinil são melhores que as de borracha, pois você pode ser alérgico a borracha.
Se sua luva apresentar algum furo, descarte-a imediatamente. Usar luva furada é pior do que não usar luva!
2. Luvas de algodão podem ser usadas como forro daquelas de vinil , Inclusive para absorver a transpiração.
3. Use luvas impermeáveis quando descarcar ou espremer limões, laranjas, batatas ou cortar tomates.
4. Use luvas de couro ou outras resistentes quando realizar trabalhos secos e quando lidar com plantas. Suje suas luvas, não suas mãos. Lave suas luvas, não suas mãos.
5. Se você tem uma lavadora de louças, use-a o mais possível. Se não tem, solicite à alguém da família que lava a louça. Lave roupas na máquina, não na mãos.
6. Evite contato direto com solventes, tintas, removedores, além de ceras para o chão, lustra- móveis substâncias para polir metais ou graxas para sapatos. Quando for necessário contato com eles , use luvas de vinil.
7. Quando lavar as mãos, use água morna e pouca quantidade de sabonetes. Enxagüe cuidadosamente e enxugue delicadamente. Todos os sabões são irritantes. Nenhum sabão é “inofensivo para a sua pele” exceto na mente dos anunciantes, portanto não gaste seu dinheiro em sabonetes especiais ou agentes de limpeza “que não dão alergia”.
8. Anéis freqüentemente pioram a dermatite pôr reter materiais irritantes debaixo de si. Remova seus anéis quando estiver realizando serviços domésticos e antes de lavar as mãos.
9. Quando você sair de casa , em épocas de frio ou de vento, use luvas de couro para proteger suas mãos do ressecamento e das rachaduras.
10. Use apenas medicamentos e hidratantes prescritos pelo médico.
Não use loções, cremes ou outros medicamentos, eles podem irritar sua pele.
11. Proteja suas mãos pelo menos quatro meses após a cicatrização da dermatite. É necessário longo tempo para que a pele se recupere, e se não tomar cuidado a dermatite pode reaparecer.

ATENÇÃO:
– Os textos e fotos contidos neste site tem carater meramente informativo e não substitui de modo algum uma consulta médica.
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Herpes

Herpes é uma doença que pode ser causada por 8 vírus em humanos, dentre eles os tipo 1, 2 e 3, que provocam quadros semelhantes de lesões na pele:

  • Herpes tipo 1: é a responsável pelos casos de herpes oral, com sintomas de vermelhidão, ardor e bolinhas, que geralmente aparecem no lábio ou parte interna da boca.
  • Herpes tipo 2: é o principal vírus responsável pelos quadros de herpes genital. Além de vermelhidão, há, também, o aparecimento de bolhas com líquido claro nas regiões do ânus, pênis e/ou vulva.
  • Herpes tipo 3: também conhecido como vírus da varicela (catapora). Geralmente, os quadros de infecção aparecem na infância, causando lesões avermelhadas pelo corpo e bolhas com líquido claro.

Em todos os casos, é importante frisar que o vírus pode entrar em estágio de latência, ou seja, permanecer no organismo durante toda a vida, mas sem causar sintomas. Nas crises, o que ocorre é uma reativação desse vírus, que passa a manifestar os sintomas novamente.

Quais os sintomas de herpes?

A transmissão de qualquer vírus herpes é por contato direto com uma lesão infectada, de indivíduo para indivíduo, sendo que por contato com objetos contaminados é uma situação extremamente rara.

O período para a manifestação da doença, geralmente, é de 13 a 14 dias, mas nem sempre os sintomas aparecem.

Tanto no herpes 1 quanto no 2, a primeira infecção pode aparecer em qualquer lugar do corpo, e os sintomas tendem a acompanhar febre, desconforto e mal-estar, e, geralmente, dura 2 semanas. Em geral, as lesões são pequenas, mais presentes ao redor da boca ou qualquer parte da área genital.

A reativação do vírus também apresenta alguns sintomas até 2 dias antes do aparecimento das lesões, como dor, queimação, ardência e formigamento. Alguns fatores, como febre, estresse, menstruação e exposição solar podem desencadear uma infecção recorrente.

Tratamento de Herpes

O tratamento, tanto para infecções primárias quanto recorrentes, é feito a partir de medicações antivirais (cremes, pomadas, comprimidos). Quanto mais precoce for o início do tratamento, melhores são os resultados, por isso, ao surgimento dos sintomas, procure seu médico dermatologista ou ginecologista.

Psoríase

A psoríase é uma afecção crônica de causa ainda desconhecida, que causa manchas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas, pele ressecada e rachada, coceira, queimação, dor, inchaço e rigidez das articulações, dentre outros sintomas.

Apesar de a origem ainda não ser conhecida, há uma herança genética envolvida, e sabe-se que o estresse emocional e físico, o frio, obesidade tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas podem desencadear ou piorar o quadro clínico.

Tipos de psoríase:

  • Psoríase em placas: manifestação mais comum da doença, forma placas secas, avermelhadas, com escamas prateadas ou esbranquiçadas. Em casos graves, a pele em torno das articulações pode rachar e sangrar.
  • Psoríase ungueal: afeta as unhas das mãos e dos pés, fazendo com que cresçam de forma anormal, engrossem, escamem, mudem de cor e até se deformem.
  • Psoríase do couro cabeludo: surgem áreas avermelhadas com escamas espessas branco-prateadas, principalmente após coçar. Assemelha-se à caspa.
  • Psoríase gutata: geralmente, é desencadeada por infecções bacterianas, como as de garganta, e caracterizada por pequenas feridas em forma de gota no tronco, nos braços, nas pernas e no couro cabeludo, acometendo mais as crianças e jovens antes dos 30 anos.
  • Psoríase invertida: atinge principalmente áreas úmidas, como axilas, virilhas, embaixo dos seios e ao redor dos genitais, e forma manchas inflamadas e vermelhas.
  • Psoríase pustulosa: podem ocorrer manchas, bolhas ou pústulas em todas as partes do corpo ou em áreas menores, como mãos, pés ou dedos.
  • Psoríase eritodérmica: é o tipo menos comum, acomete todo o corpo com manchas vermelhas, levando a manifestações sistêmicas, e pode ser desencadeada por queimaduras graves, tratamentos, infecções ou por outro tipo de psoríase.
  • Psoríase artropática: além da inflamação na pele e descamação, causa fortes dores nas articulações, principalmente dos dedos dos pés e mãos, coluna e juntas dos quadris.

Tratamento da psoríase

Apesar de não haver cura, a doença deve ser controlada. O tratamento é variável, dependendo da extensão do acometimento da doença: casos leves podem ser tratados com medicações tópicas, como pomadas, loções e xampus, e os mais extensos tendem a requerer medicações sistêmicas.

A fototerapia é uma alternativa, que consiste na aplicação de diferentes tipos de luz de forma localizada nas lesões de pele. O número de sessões e a duração do tratamento variam caso a caso, por isso, é essencial buscar um dermatologista para a correta abordagem.

Verruga

As verrugas virais são lesões causadas pelo papilomavírus humano (HPV), auto-inoculáveis (podem se disseminar pela pele através do contato das lesões com áreas não atingidas) e transmitidas pelo contato direto com pessoas contaminadas.

Elas podem se apresentar de várias formas, de acordo com a sua localização:

  • Verruga vulgar: as lesões são verrucosas, endurecidas, de superfície áspera, coloração esbranquiçada e podem variar de milímetros a centímetros de diâmetro. As áreas mais atingidas são as extremidades dos membros, sendo muito frequentes nas mãos, cotovelos e joelhos
  • Verruga plana juvenil: as lesões são pequenas, de superfície plana e em grande número. As regiões mais atingidas são a face e os membros, e são mais frequentes em adolescentes.
  • Verruga plantar: localizadas nas plantas dos pés, estas lesões crescem para dentro da pele, devido ao peso do corpo sobre elas. Confundidas, muitas vezes, com calosidades e popularmente chamadas de “olho de peixe”, são dolorosas e atrapalham o caminhar.
  • Verruga filiforme: mais frequente na face e pescoço, este tipo de verruga forma projeções semelhantes a dedos, e é mais comum em pessoas idosas.
  • Condiloma acuminado: na região genital ou perianal, as lesões das verrugas são mais macias, úmidas e variam de pequenos pontos esbranquiçados a pontos com aspecto de couve-flor. Mais comum em adultos, podem ser adquiridas por transmissão sexual.

Tratamento para verruga

O tratamento das verrugas consiste na sua destruição, que pode ser feita por procedimentos cirúrgicos, como eletrocoagulação e curetagem, cauterização química das lesões, crioterapia, que destrói as lesões pelo nitrogênio líquido, e laser.

Quando as lesões ocorrem em grande número, pode ser necessária a estimulação imunológica do paciente, para que o próprio organismo elimine as elimine. Por isso, o ideal é, quando perceber o aparecimento de uma verruga, buscar imediatamente um dermatologista, que vai investigar a origem e traçar o melhor tratamento.

Dermatite Seborréica

A dermatite seborreica é uma doença que provoca, principalmente, descamação e vermelhidão em áreas da face, como sobrancelhas, couro cabeludo, cantos do nariz e orelhas.

Ela acontece por conta de uma inflamação da pele, geralmente no início da puberdade, e tem caráter crônico, ou seja, há períodos de melhora e piora dos sintomas. Apesar da sua causa não ser totalmente conhecida, ela pode ter origem genética ou ser desencadeada por fatores externos, como alergias, estresse emocional, uso de medicamentos, excesso de oleosidade, presença do fungo Pityrosporum ovale na pele, etc.

Sintomas da dermatite seborreica

A doença costuma se agravar no inverno e em situações de fadiga ou estresse emocional, e os sintomas mais comuns são:

  • Couro cabeludo: intensa produção de oleosidade (seborreia), descamação (caspa) e prurido (coceira).
  • Pele: as lesões da dermatite seborreica são avermelhadas e com descamação gordurosa, principalmente na face. Há casos de presença de lesões, também, em áreas de dobra de pele.

Tratamentos para a dermatite seborreica

Não há como prevenir a doença, porém, é recomendada a mudança de alguns hábitos, como banhos muito quentes, uso de sprays e cremes no cabelo, consumo de bebida alcoólica, tabagismo e alimentação gordurosa.

Também não há cura para a dermatite seborreica, mas seus sintomas podem – e devem – ser controlados.

Geralmente, o tratamento é feito a partir de medicações de uso local, em forma de sabonetes, loções, xampus e cremes, e via oral (para casos muito intensos). Alguns procedimentos também podem ajudar no controle, como o laser de baixa intensidade e a fototerapia.

O tratamento adequado vai depender da localização das lesões e da intensidade dos sintomas, e deve ser indicado, sempre, por um médico dermatologista.

Tratamento para Cabelos

Desvende os mitos sobre a saúde e beleza dos cabelos. O uso frequente de tintura pode estragar os cabelos?
Verdade. O uso continuado de produtos químicos para o tingimento dos cabelos pode afetar a haste do fio causando a perda do brilho e da resistência.
O uso frequente de tintura faz cair os cabelos?
Mito. O uso da tintura afeta apenas a haste do fio, não interferindo com a raiz do pêlo, responsável pelo seu crescimento.

Lavar a cabeça todos os dias apodrece a raiz dos cabelos levando à sua queda?
Mito. A lavagem diária dos cabelos não interfere com os bulbos capilares. Os fios que caem durante a lavagem cairiam de qualquer forma, em outro momento, pois já estavam em fase de queda.

Lavar a cabeça com água quente faz cair os cabelos?
Mito No entanto, em pessoas que apresentam dermatite seborréica, deve-se evitar a água quente, que estimula a produção de oleosidade, podendo piorar a doença e favorecer a queda dos cabelos.

Dormir com os cabelos molhados faz mal aos cabelos?
Mito. O tempo que ele leva para secar será quase o mesmo com a pessoa dormindo ou acordada.

Seborréia e caspa não tem cura?
Mito. Não existe uma medicação que elimine definitivamente a caspa ou a seborréia, mas a doença pode ser mantida sob controle, obtendo-se a cura clínica através do uso de certos medicamentos.

Caspa é sinal de sujeira?
Mito. A caspa é um dos sintomas da dermatite seborréica, e não significa que as pessoas tenham maus hábitos de higiene.

Usar boné faz cair os cabelos?
Mito. O uso do boné não faz cair os cabelos mas pode, em algumas pessoas que não tiram o boné da cabeça o dia inteiro, agravar condições como a dermatite seborréica, favorecendo a queda dos cabelos.

Condicionador pode causar a queda dos cabelos?
Mito. Em pessoas sem tendência à queda de cabelo o condicionador não causará a queda dos mesmos. Entretanto, em pessoas com dermatite seborréica e queda de cabelo, deve-se evitar que o condicionador atinja o couro cabeludo, usando-o apenas nos fios pois, nestes casos, o produto pode agravar a dermatite seborréica e favorecer a queda.

Lavar os cabelos menstruada faz mal à saúde?
Mito. Não há a menor problema entre estar menstruada e lavar os cabelos, não causa absolutamente nenhum mal à saúde.

Cortar o cabelo estando a cliente ou a cabelereira menstruada, deixa o cabelo com fios grossos, queda acentuada ou até muda o tipo de lisos para cacheados e vice-versa?
Mito. Não existe o menor fundamento para tal fato. Cortar o fio do cabelo não interfere em nada com o seu crescimento nem provoca a sua alteração, independente da mulher estar menstruada ou não.

Colocar anticoncepcional no shampoo faz os cabelos crescerem mais rápido?
Mito. O uso de hormônios femininos não faz os cabelos crescerem mais rápido, muito menos desta maneira pois, a absorção dos hormônios, se ocorrer, será mínima.

É normal os cabelos cairem após o parto?
Verdade. Cerca de 4 meses após o parto (ou outro tipo de estresse físico ou emocional) muitos fios de cabelo podem entrar prematuramente na fase de queda levando à perda de mais fios por dia do que o normal. Chama-se eflúvio telógeno e estes pêlos voltarão a crescer normalmente depois de algum tempo.

Pintar o cabelo desde cedo favorece o surgimento de cabelos brancos?
Mito. Nada que se faça com a haste do fio modificará a sua formação pela raiz. Geralmente quem começou a pintar os cabelos mais cedo, o fez porque tinha tendência hereditária ao surgimento de fios brancos.

Não secar os cabelos após o banho faz cair os cabelos?
Mito. Deixar os cabelos molhados não os faz cair. Se fosse assim, os nadadores, que permanecem horas seguidas dentro da água seriam todos calvos.

Os cabelos devem ter as pontas cortadas para ganhar força?
Mito. O fato de cortar o fio do cabelo não interfere em seu bulbo capilar, responsável por seu crescimento. A crença vem da correlação com a poda das plantas. No entanto, os galhos das plantas são vivos enquanto que o fio do cabelo é composto por células já mortas.

Os cabelos cortados durante a época da lua cheia e crescente crescem mais?
Mito. Mesma justificativa do ítem anterior.

Calvície tem tratamento?
Verdade. Já existe um tratamento com resultados significativos para interromper a queda dos cabelos e, até mesmo, fazê-los crescer novamente. Veja mais informações em Notícias da Pele.

Arrancar 1 fio de cabelo branco faz nascer 2 no lugar?
Mito. Quando os fios de cabelo começam a ficar brancos, o processo ocorre gradativamente e outros fios vão ficar brancos também. A crença vem daí, a pessoa arranca o primeiro fio branco e quando se dá conta já surgiram outros, que iriam aparecer de qualquer forma, não porque aquele primeiro foi arrancado.

Cuidados com os cabelos oleosos:
· Evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
· Evite lavar a cabeça com água quente.
· Evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
· Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
· Cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
· Se além da oleosidade tem caspa e coceira, pode ser a dermatite seborréica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos ressecados e com pontas duplas:
· Use condicionadores após o xampu.
· Use regeneradores de pontas após o banho.
· Evite pentear frequentemente os cabelos.
· Evite o calor intenso dos secadores

ATENÇÃO:
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Manchas

Manchas são lesões escuras causadas ou agravadas pelo sol.

Podem ser dividas de acordo com a profundidade que se encontram na pele:

1. superficiais
2. médias ou
3. profundas. Em todos os tipos, aconselhamos o uso de fotoprotetor diário 2 a 3 vezes ao dia.
O uso de hormônios (pílulas anticoncepcionais) ou gravidez deixam a pele mais sensível ao sol e com maior tendência em manchar.
De acordo com o tipo de mancha, o tratamento será feito no consultório com peelings, laser ou microdermoabrasão.

Luz Intensa Pulsada
Luz Pulsada com ponteira resfriada para maior conforto do paciente. Usada para remover manchas escuras. Freqüência: de 3 a 4 semanas

Assista o vídeo: Luz Intensa Pulsada

Laser Elektra
Utilizado em lesões pigmentadas profundas. Aprovado este ano pelo FDA, o laser 1064nm Q Switched promete destruir e melhorar os pigmentos presentes no Melasma.

Laser Rubi
No modo Q-Switched permite tratamentos de lesões escuras localizadas. Frenqüência: de 3 a 4 semanas.

Laser Alexandrite 755nm
Possui sistema de resfriamento que protege a pele do dano térmico amenizando o desconforto local. Indicações: para lesões escuras e rejuvenescimento.

Peelings
Os peelings químicos são seguros e úteis para renovação celular da pele e melhora da textura, remoção de manchas ou simplesmente para ter uma pele com melhor textura e brilho. As substancias usadas são: ácido salicílico, jessner, ácido retinóico, entre outros. Recomendamos usar protetor solar diariamente e uso somente os cremes prescritos pelo dermatologista.

Freqüência: Quinzenal ou mensal

Rosácea

A rosácea se caracteriza por afecção crônica da pele do rosto, causando vermelhidão, inflamação e, às vezes, coceira. Ela é mais comum em mulheres, a partir dos 30 anos, e pequenos vasos dilatados e pápulas (bolinhas) podem ocorrer junto com a área vermelha.

Acredita-se que exista um componente vascular, hereditário, infecção por uma bactéria chamada Helicobacter pylori ou até parasitas na pele (Demodex) e fatores psicológicos.

Existem 4 tipos de rosácea:

  • Eritemato-telangectasica – Subtipo1
  • Papulopustuloso – Subtipo2
  • Fimatoso (Rinofima) – Subtipo3
  • Ocular – Suptipo4: pode acompanhar qualquer um dos outros e vir sozinho, também.

Dentre os fatores desencadeantes, destacam-se a exposição prolongada ao sol, estresse emocional, temperaturas muito quentes ou frias, vento, consumo de álcool, tabagismo, exercícios vigorosos, banho quente e uso de alguns tipos de cosméticos.

Tratamentos da rosácea

Apesar de não haver cura, a rosácea deve ser tratada, e existem produtos e medicamentos que ajudam nesse controle:

  • Cremes de uso noturno com agentes antibacterianos e antiparasitários de uso local e calmantes.
  • Cremes de uso diurno, como Protetor solar FPS 15 ou maior (não alcoólico), para aplicação pela manhã e à tarde.
  • Medicação oral para casos mais resistentes, como antibióticos, parasitários, sotretinoína oral.

Os procedimentos em clínica dermatológica também ajudam a controlar a rosácea, como, por exemplo:

  • Hidratação profunda
  • Peelings químicos
  • Laser
  • Luz pulsada

O diagnóstico só pode ser dado pelo dermatologista, que vai avaliar o seu caso e indicar a melhor abordagem para o tratamento e controle da rosácea. A chave do sucesso é seguir as recomendações no período de crise e não parar o tratamento quando a rosácea melhora, pois é uma condição de pele sensível.

Vitiligo

O vitiligo é uma doença caracterizada pelo aparecimento de manchas claras ou brancas na pele, devido à diminuição ou ausência de células responsáveis pela formação da melanina, pigmento que dá cor à pele. Ele está presente em 1% da população geral, sendo que 30% desses casos têm ocorrência familiar.

As manchas do vitiligo podem surgir em qualquer fase da vida, estando relacionadas ou não a traumas físicos ou psicológicos. A causa ainda é discutida, mas sabe-se que pacientes com vitiligo produzem anticorpos e substâncias tóxicas para melanócitos (células que produzem o pigmento da pele).

Por ser uma doença relacionada com a imunidade, pode estar associada a outras patologias, como diabetes mellitus, lúpus eritematoso sistêmico, tireoidite de Hashimoto e anemia perniciosa.

Tipos de vitiligo

Após diagnosticada a doença, o dermatologista pode classificá-la em dois tipos:

  • Segmentar ou Unilateral: quando se manifesta em apenas uma parte do corpo, normalmente quando o paciente ainda está na juventude. Os pelos e cabelos também podem sofrer perda de coloração.
  • Não segmentar ou Bilateral: é o tipo mais comum de vitiligo, quando há manifestação da doença nos dois lados do corpo. As manchas tendem a surgir primeiramente nas extremidades, como pés, mãos, boca e nariz. No vitiligo bilateral, há espaçamento de tempo entre o desenvolvimento da doença, que pode ficar estagnada por um período, e, depois, evoluir.

Tratamento do vitiligo

O tratamento para o vitiligo varia de acordo com a extensão e atividade da doença. A tendência atual é associar abordagens para ter um melhor resultado, com intervenções como:

  • Uso de filtros solares
  • Corticóides (tópico ou oral para diminuir a progressão da doença e regular a imunidade)
  • Psoralênicos (tópico ou oral, associada ou não a exposição de raios UVA, estimulam a produção de melanina)
  • Pseudocatalase (em estudo)
  • Fenilalanina (aminoácido com boa ação para vitiligo de face)
  • Complexo B, piridoxina (efeito anti-oxidante)
  • Levamizole (regula a imunidade)
  • Betacaroteno (efeito cosmético)
  • Cirurgia (para casos de vitiligo estável no mínimo 6 meses)
  • Laser: o uso do UVB NARROW BAND em pacientes com vitiligo estimula a produção de melanina (pigmento que dá cor à pele). O número de sessões varia de 10 a 20, 2 vezes por semana e os resultados são expressivos de acordo com cada caso.
  • Despigmentação (substâncias que clareiam as áreas de pele sã, indicado quando a área corpórea acometida for superior à 50%)

Se você notar descoloração da pele, não pense duas vezes: marque consulta com um dermatologista para ter um diagnóstico e o tratamento ideal para o seu quadro.

Dicas para a pele

Hidratação de pele Profunda

A hidratação profunda é indicada para nutrir a pele desvitalizada, e é um procedimento complementar a qualquer tratamento que provoque a esfoliação, como os peelings e lasers.

Ela pode ser feita semanalmente com aparelhos, máscaras e massagens, e proporciona uma melhora na textura e no tônus da pele.

. Limpeza de Pele

É indicada para uma limpeza profunda do rosto, tronco e até das costas, removendo cravos e melhorando o estado geral da pele. O tempo da sessão dura de 60 a 90 minutos, e, em casos de pele acneica, é recomendada, também, a realização de peelings e lasers como complemento ao tratamento.

Cuidados com a pele ressecada e/ou descamativa

  • Não tome banhos muito quentes, pois retiram a oleosidade natural da pele.
  • Evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, “hidratantes”.
  • Se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles. No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
  • Logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.

Cuidados com a pele oleosa

  • Evite usar cosméticos oleosos no rosto ou nas áreas oleosas do corpo
  • Evite lavar o rosto com água quente, pois ela estimula a produção de mais oleosidade.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • Só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (sem óleo).
  • Se, além de ser oleosa, a pele descama, fica avermelhada ou com coceira, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborreica.

Cuidados com os cabelos oleosos

  • Evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
  • Evite lavar o cabelo com água quente.
  • Evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • Cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
  • Se além da oleosidade você tem caspa e coceira, pode ser um quadro dermatite seborreica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos ressecados e com pontas duplas

  • Use condicionadores após o xampu.
  • Use regeneradores de pontas após o banho.
  • Evite pentear frequentemente os cabelos.
  • Evite o calor intenso dos secadores.

 

Cuidados com as unhas

  • Não corte as unhas até o “sabugo”, deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
  • Não corte as unhas dos pés pelos cantos, pois evita que elas encravem.
  • Não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
  • Evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
  • Evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses, como o “unheiro”.
  • Deixe de usar esmaltes durante 1 semana por mês, passando um hidratante nas unhas neste período, o que ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento.
  • Qualquer alteração, como bordas desfolhando ou quebrando, manchas, descolamento ou espessamento da unha, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

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